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Licença de operação

Opere a High Level na sua cidade.

O mesmo método, o mesmo sistema de agentes, os mesmos preços e o mesmo teto de dez clientes. Sem taxa de entrada: você fecha o primeiro contrato, o setup dele é a sua entrada, e a partir daí são R$ 2.500 por mês, fixos.

Preço aberto, aqui também

O que você paga é fixo. O que você fatura é seu.

A licença

O que você paga

Nenhum dos dois sai do seu bolso, e nenhum é percentual do seu faturamento.

Entrada
R$ 0 do seu bolso
A High Level fica com o setup do 1º cliente
  • Os R$ 10.000 do setup do seu primeiro cliente são a entrada — e quem paga é ele
  • Do segundo cliente em diante, todo setup é seu
  • Formação no método, do estudo à entrega
  • Motor de sites e sistema de agentes instalados
  • DNA e playbook da sua operação
Mensalidade
R$ 2.500 por mês
Fixa, com um cliente ou com dez
  • Sistema atualizado: agente novo que entra, você recebe
  • Curadoria contínua do que vai ao ar
  • A marca High Level assinando o seu trabalho
A aritmética

O que a conta permite

Isto não é projeção de resultado. É o teto do modelo, com os preços que já estão publicados.

  • Dez clientes na operação webR$ 35.000por mês
  • Com as duas operações nos dezR$ 50.000por mês
  • Menos a licença−R$ 2.500por mês
  • Peso da licença na carteira cheia7%do faturamento web
A letra que não é miúda

Com metade da carteira, o peso da licença dobra. É de propósito: ela é fixa, então quem opera melhor paga proporcionalmente menos.

A verba de anúncio dos seus clientes não passa por você nem por mim — é paga direto na plataforma, na conta deles.

E o número acima é teto de carteira cheia, não previsão. Encher a carteira depende de você vender.

1 contrato fechado
antes de começar
A regra de entrada

Você entra vendendo. Não pagando.

A licença não abre com um boleto. Abre com um cliente assinado. Você fecha o primeiro contrato — com a minha ajuda na mesa, se precisar — e só então a operação é montada no seu nome.

A sua entrada é o setup desse primeiro cliente: R$ 10.000 que ficam com a High Level e que quem paga é ele, não você. Do segundo cliente em diante, todo setup é seu. E a mensalidade da licença já está coberta pelo mesmo primeiro contrato, antes de você procurar o segundo.

É o filtro mais honesto que existe para este modelo. O sistema encurta a execução, não a prospecção — quem não fecha o primeiro cliente não ia fechar o quinto com um logo diferente na assinatura. E, do outro lado, ninguém aqui vai descapitalizar para descobrir depois se dá certo.

A conta de quem entra
  • O que sai do seu bolso para começarR$ 0nenhum aporte
  • Setup do 1º cliente, pago por ele, para a High LevelR$ 10.000uma vez
  • Mensalidade que esse cliente traz para vocêR$ 3.500por mês
  • Mensalidade da licença−R$ 2.500por mês
  • Positivo já no primeiro mêsR$ 1.000por mês, antes do 2º cliente

Números brutos: o seu custo de operar, imposto e o tempo que você põe nisso entram por sua conta. A verba de anúncio é do cliente e paga direto na plataforma.

Por que abrir isso

A tese deste site é que uma pessoa com repertório, comandando uma operação de agentes, entrega mais que um time de dez. Se isso é verdade, não é verdade só para mim.

O que trava a maioria dos profissionais bons não é falta de competência. É que montar essa operação do zero custa meses: construir os agentes, escrever as skills, fazer o motor de sites, descobrir onde a IA ajuda e onde ela estraga. Eu já paguei esse pedágio. A licença é o atalho por ele.

O que se licencia não é talento — isso não se vende. É o sistema que carrega o critério: o DNA que todo agente lê antes de produzir, o playbook que decide o que vai ao ar, o motor que gera o site, a régua de qualidade. O julgamento continua sendo seu. O sistema é o que garante que ele seja aplicado do mesmo jeito toda vez.

O que você recebe

O sistema de agentes e o motor de sites. Os agentes especializados por função, as skills que carregam o DNA de cada marca e o motor que gera sites estáticos com blog, SEO técnico e rastreamento de conversão. É o mesmo que roda aqui — este site foi gerado por ele.

A marca High Level. Você atende como High Level, na sua cidade. O cliente vê a mesma marca, o mesmo site, o mesmo padrão de entrega.

Treinamento e curadoria contínua. A formação inicial no método e, depois dela, eu revisando o que sai da sua operação até você ter régua própria. Não é curso gravado: é acompanhamento de trabalho real, com cliente real.

O que você não recebe

Território exclusivo. Não vendo exclusividade de cidade. Duas operações boas na mesma praça se resolvem entregando; reserva de mercado no papel só protege quem entrega mal.

Clientes prontos. Não repasso carteira e não prometo lead. Quem vende é você — e é exatamente por isso que a entrada é pelo primeiro contrato. O sistema encurta a execução, não a prospecção.

Um jeito diferente de cobrar. Os preços são os que estão na página de preços, públicos, iguais para todo mundo. Licenciado que desconta para ganhar cliente destrói o preço da marca inteira, e é motivo de encerrar a licença.

Para quem é

Profissional com estrada em marketing, publicidade, design ou vendas — que já sabe conversar com dono de empresa e sustentar uma decisão. A IA multiplica repertório; ela não cria repertório do nada.

Também serve para agência pequena que quer trocar a estrutura de headcount por operação de agentes, e para quem já opera sozinho e quer método em vez de improviso.

Para quem não é

Para quem quer renda passiva. Isso aqui é trabalho: estudar cada cliente a fundo e aprovar cada peça antes de ir ao ar.

Para quem nunca atendeu cliente. O sistema executa; ele não decide o que a marca do cliente deveria estar dizendo — e essa decisão é a que dá ou não dá resultado.

Para quem quer volume. O teto de dez clientes não é sugestão comercial: é a linha onde a curadoria ainda é julgamento de verdade, e não carimbo. Quem quer trinta contas deve montar uma agência tradicional, que é um modelo legítimo e não é este.

Como se entra, na ordem

1. A conversa. No WhatsApp, direto comigo. Eu quero entender o que você já fez, com que tipo de cliente e por quê. Você quer entender exatamente o que está comprando. Ninguém assina nada aqui.

2. O primeiro cliente. Você vai à rua e fecha um contrato, com os preços que já estão publicados. Se quiser, eu entro na conversa com você — não faz sentido eu deixar você sozinho na venda que decide a sua entrada. O que não muda é de quem é a venda: sua.

3. A licença abre. Com o contrato assinado, aí sim: operação montada no seu nome e os 30 dias correndo para o seu cliente ter o site no ar. O setup que ele paga, R$ 10.000, fica com a High Level — é essa a sua entrada, e ela não sai do seu bolso. Escopo e datas por escrito antes de qualquer trabalho começar, a mesma regra que vale para cliente.

4. A curadoria. Os primeiros meses eu reviso o que sai da sua operação. Não é fiscalização: é o único jeito de a marca significar a mesma coisa na sua cidade e na minha.

Essa ordem não é burocracia. É o que separa quem quer operar de quem quer comprar uma esperança. E é de mão dupla: você não descapitaliza para descobrir depois se consegue vender, e eu não monto operação para quem não vai ter o que operar.

Dúvidas sobre o método que você vai operar estão na página do método e nas perguntas frequentes.

Se você chegou até aqui, já sabe o preço e o teto.

O que falta é a conversa que decide se faz sentido para os dois lados. É direto comigo, no WhatsApp.